Faltam 17 dias… mais uma semana se passou!!

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Amamentar era o sonho da minha vida! Tanto quanto ter o meu filho de parto natural. O encanto se quebrou quando meu filho teve quer ser internado na UTI por desconforto respiratório. Foram dias de tortura e a única coisa que eu pensava era: não vou conseguir amamentá-lo. Mesmo na UTI recebendo o leite que eu ordenhava com muito amor e carinho, os dias iam se passando, meu gatinho melhorando rapidamente e minha paúra de levá-lo para casa e descobrir que ele não ia querer mamar mais, pois somente no momento que nasceu, sentiu o calor do meu seio na ânsia de alimentá-lo, e depois ele foi levado de mim. Uma frase ecoava na minha cabeça como um mantra: “Se até mãe adotiva amamenta, por que você não conseguiria? Amamentar não é só saciar a fome. É uma comunhão de amor entre você e ele”, dizia o pediatra do Enzo para mim, sempre aflita.

Cada dia que se passou em casa foi uma vitória, uma conquista! No começo da amamentação ele teve problemas de pega, eu problemas com monilíase, mas a dor sentida face ao seu sorriso de prazer acalentado nos meus braços não tinha intensidade alguma.

Minha mãe sempre foi uma graça, todos os dias ao meu lado repetindo a mesma frase, com aquele amor incondicional de mãe que todos conhecemos: tudo isso vai passar filha. Amamentar é muito gostoso e você vai ver como é. Vai melhorar… vai melhorar… e o pranto dela rolava junto com o meu.

Os dias passaram e comecei a sentir o maior prazer da minha vida: amamentar o meu filho com paz e tranquilidade. Sem medos, nem dores. Hoje o Enzo tem quase 2 anos, e meu maior presente é ainda poder oferecer para ele o leitinho que eu preparo ao longo do dia enquanto trabalho, com o maior amor do mundo: o leite materno.

Gisele, mãe do Enzo
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